
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
terça-feira, 20 de novembro de 2012
OIT alerta para consequências do aprofundamento da crise sobre os/as trabalhadores/as
Conselho de Administração da entidade cobrou dos governos maior diálogo social, com garantia dos empregos e trabalho decente
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) encerrou nesta
sexta-feira (16) a terceira reunião anual do Conselho de Administração
divulgando declaração em que alerta para os riscos de a economia mundial
entrar em um período prolongado de crescimento baixo, ou mesmo
negativo. Segundo a organização, o cenário pode resultar em
"consequências sociais terríveis aos trabalhadores e crise para os
empregadores".
De acordo com o comunicado conjunto dos participantes do encontro, que pode ser conferido em inglês no site da OIT, o diálogo social é indispensável para que haja uma resposta efetiva à crise, para a manutenção dos direitos dos trabalhadores no ambiente de trabalho e para a recuperação da economia mundial.
De acordo com o comunicado conjunto dos participantes do encontro, que pode ser conferido em inglês no site da OIT, o diálogo social é indispensável para que haja uma resposta efetiva à crise, para a manutenção dos direitos dos trabalhadores no ambiente de trabalho e para a recuperação da economia mundial.
O Conselho de Administração da OIT - que tem participação de trabalhadores, empregadores e governos - se reúne três vezes ao ano, em março, junho e novembro, para definir as políticas da organização, debater a agenda das conferências internacionais do trabalho, adotar rascunhos de programas e orçamentos e eleger novos diretores-gerais.
A estimativa do colegiado, que esteve reunido nas últimas duas semanas em Genebra, na Suíça, é que pelo menos 203 milhões de pessoas estejam desempregadas no mundo em 2013. O Brasil foi representado na reunião pelo coordenador de Assuntos Internacionais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Sérgio Paixão.
A organização também ressaltou a importância da adesão dos governos à Declaração da OIT sobre Justiça Social para uma Globalização Justa e ao Pacto Global para o Emprego, como forma de alcançar a recuperação econômica sustentável e o crescimento.
Os representantes ainda pediram ao diretor-geral da OIT, Guy Ryder, que as futuras reuniões da OIT sejam aproveitadas para debater a crise, promover ações coordenadas e avançar em soluções.
Fazem parte do documento outras propostas, como a inclusão do trabalho decente e emprego no rol dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas, depois do período de implementação da agenda, que se encerra em 2015; e que esforços da OIT promovam a coerência entre as políticas de trabalho e emprego nos países que têm papel mais relevante e influência no contexto internacional.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Walmart é condenado por revista íntima de empregados
Empresa terá de pagar indenização de R$ 800 mil por dano moral coletivo
A 14ª Vara do
Trabalho de Brasília determinou que a rede Walmart pague R$ 800 mil por
dano moral coletivo. O supermercado também está proibido de realizar
revistas íntimas e físicas em seus empregados e de inspecionar suas
bolsas e pertences.
A decisão
resulta de ação movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), que
apresentou recurso ao Tribunal para que o valor da multa aumente para R$
2 milhões. O Walmart é a terceira maior rede de supermercados do Brasil
e emprega mais de 800 mil trabalhadores. Seu faturamento é estimado em
R$ 24 bilhões.
Os
trabalhadores ouvidos no inquérito civil, iniciado com investigações do
MPT no Rio Grande do Sul, declaram ter sofrido constrangimentos por
inspeções realizadas pela empresa. O procurador do Trabalho Valdir
Pereira da Silva, autor da ação, acredita que as revistas extrapolam o
poder de fiscalização patronal, ofendem a honra e a imagem dos
empregados.
“Embora ao
empregador se confira o poder de direção e de fiscalização, sabe-se que
este direito não é absoluto e ilimitado, não legitimando a violação do
direito dos empregados à intimidade e à vida privada”, destacou.
No entendimento
da juíza Thais Rocha, que julgou o caso, a empresa pode fazer uso de
outros meios de controle do patrimônio, como câmeras de segurança e
tarjas magnéticas. “O que não se admite é que, depois de um dia
exaustivo, o trabalhador tenha que entrar numa fila indiana e abrir seus
pertences, como meliante em potencial”. Multa de R$ 1 mil por empregado
prejudicado será cobrada em caso de descumprimento da decisão.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
McDonald’s apresentará proposta para regularizar questões trabalhistas
Reunião na Procuradoria-Geral do Trabalho, nesta terça, iniciou processo de negociação
A empresa Arcos Dourados (franqueada do McDonald’s no Brasil) vai
apresentar ao Ministério Público do Trabalho (MPT) uma proposta formal
de regularização das questões trabalhistas nas suas lojas até o próximo
dia 15 de outubro. O MPT em Pernambuco move ação civil pública contra a
empresa em que pede, entre outros, o fim da jornada móvel variável dos
funcionários e o pagamento de R$ 30 milhões por dano moral coletivo.
Na tarde desta terça-feira (25), procuradores do Trabalho e representantes reuniram-se na Procuradoria-Geral do Trabalho, em Brasília, para discutir a ação e iniciar um processo de negociação que possa levar a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) válido para todas as lojas McDonald’s da Arcos Dourados no país. A empresa detém 75% das mais de 600 lojas instaladas no país e emprega 40 mil funcionários.
A reunião contou com a presença do procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, do procurador do Trabalho da 6ª Região e autor da ACP, Leonardo Osório Mendonça, do procurador do Trabalho da 10ª Região, Fábio Leal Cardoso, do coordenador nacional da Conafret (Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho), procurador do Trabalho José de Lima Ramos Pereira.
Pela empresa, compareceram a vice-presidente corporativa para América Latina e assuntos governamentais, Marlene Fernandez, e o consultor da empresa, Mario Marconini.
Na tarde desta terça-feira (25), procuradores do Trabalho e representantes reuniram-se na Procuradoria-Geral do Trabalho, em Brasília, para discutir a ação e iniciar um processo de negociação que possa levar a um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) válido para todas as lojas McDonald’s da Arcos Dourados no país. A empresa detém 75% das mais de 600 lojas instaladas no país e emprega 40 mil funcionários.
A reunião contou com a presença do procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, do procurador do Trabalho da 6ª Região e autor da ACP, Leonardo Osório Mendonça, do procurador do Trabalho da 10ª Região, Fábio Leal Cardoso, do coordenador nacional da Conafret (Coordenadoria Nacional de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho), procurador do Trabalho José de Lima Ramos Pereira.
Pela empresa, compareceram a vice-presidente corporativa para América Latina e assuntos governamentais, Marlene Fernandez, e o consultor da empresa, Mario Marconini.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Wal-mart é condenado por castigar funcionaria
Ex-funcionária vendedora foi obrigada a limpar a loja
O Tribunal Superior do Tabalho (TST) manteve a condenação do Wal-Mart
por colocar uma ex-vendedora em situações consideradas vexatórias como
trabalhar na área de limpeza da loja. Segundo as provas produzidas na
audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, ficou
comprovado que, embora houvesse faxineira no setor, a supervisora
"discutia e implicava" com a empregada e chegou a deixá-la "de castigo
por dois dias limpando a loja".
A funcionária atuou na empresa de julho a dezembro de 2008 como vendedora de eletrodomésticos. Os constrangimentos, segundo a ex-funcionária, ocorreram ao ser transferida para o supermercado Big Zona Sul. Na primeira semana no local, a encarregada, que tinha poder de gerência, passou a lhe dar ordens para fazer serviços diferentes dos de venda, como limpar balcões e conferir o depósito. Além do constrangimento a que se dizia exposta perante os colegas, o desvio de função afetava seu salário, porque não recebia comissões.
Depois de pedir aos superiores a mudança de posto de trabalho, sem sucesso, a vendedora denunciou o assédio ao sindicato, que realizou uma visita à loja em que trabalhava e flagrou uma vendedora fazendo limpeza no setor de máquinas. Em reunião entre sindicato e empresa, esta tomou conhecimento da autora da denúncia e, segundo a empregada, "a perseguição e as humilhações aumentaram exponencialmente", com repreensões públicas em reuniões e cobranças por metas não alcançadas.
A empresa negou que tenha havido assédio e afirmou que a vendedora
tinha remuneração mista, e o fato de ter sido contratada como vendedora
não a impedia de ajudar os colegas com a limpeza e organização do setor
em que trabalhava. A sentença da 12ª Vara do Trabalho de Porto Alegre
fixou em R$ 4 mil a indenização por dano moral, valor que foi mantido
nas instâncias superiores.
Fonte: CONTRACs
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Centrais sindicais querem criar fundo anticrise com dinheiro do FGTS
Por: Luana Lourenço, da Agência Brasil
Publicado em 06/08/2012, 18:28
Publicado em 06/08/2012, 18:28
Brasília – As centrais sindicais querem usar recursos do Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para criar um fundo de socorro ao
setor privado para manter empregos durante períodos de crise. A proposta
foi apresentada hoje (6) ao ministro da Secretaria-Geral da
Presidência, Gilberto Carvalho, e, de acordo com as centrais, têm a
“simpatia” do governo, trabalhadores e do empresariado.
O fundo faria parte do Programa Nacional de Estabilização e Manutenção do Emprego e Renda, com ações para evitar demissões em massa em períodos de crise financeira, como a de 2008/2009 e a atual. Os recursos do FGTS são usados para habitação popular, infraestrutura urbana e saneamento básico.
A ideia é compor o fundo com parte dos recursos depositados no FGTS em casos de demissão sem justa causa. Por lei, a multa nesses casos é 40% sobre o saldo do trabalhador, mas desde 2001, passou a ser de 50%, para aumentar a liquidez do FGTS. O adicional tem data de validade até o fim de 2012, e a partir 2013 a multa voltaria a ser 40%.
O que as centrais propõem é que o adicional de 10% seja mantido e esse dinheiro vá para o novo fundo de socorro às empresas. Pelas contas das centrais, a arrecadação pode chegar a R$ 3 bilhões por ano. Pela proposta, o empresário se comprometeria a não demitir e poderia usar o dinheiro do fundo em casos de redução da jornada de trabalho, de parada total da produção e de liberação dos empregados por tempo determinado.
O objetivo, segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, é evitar situações como a da crise de 2008/2009, em que mais de 220 mil trabalhadores foram demitidos e a ameaça atual de demissões no setor metalúrgico em São José dos Campos. “Nessas crises, geralmente o que acontece é a diminuição dos postos de trabalho, o que acarreta uma paralisia na economia brasileira, que acarreta crises sociais. E aqui no Brasil não temos um instrumento que consiga fazer com que a gente passe por essas crises de maneira mais tranquila”, disse Freitas. Segundo ele, a inspiração para a proposta são experiências alemãs de manutenção do emprego em momento de crises.
A criação do fundo depende da aprovação do Congresso Nacional, o que, na avaliação do presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, não seria problema, apesar do calendário eleitoral, que reduz o ritmo de votações. “A vantagem é que os trabalhadores têm simpatia por essa proposta, o governo tem e os empresários também, aí a coisa já fica mais fácil. Nós aproveitaríamos esse consenso para aprovar. Quando você tem consenso entre empresariado, governo e movimento sindical, essa votação é muito rápida, se vota de um dia para o outro”.
Segundo as centrais, o governo vai avaliar a proposta e o assunto voltará a ser discutido em nova reunião ainda este mês. Além da CUT e CTB, representantes da Força Sindical, da Nova Central e da União Geral dos Trabalhadores (UGT) participaram do encontro de hoje.
O fundo faria parte do Programa Nacional de Estabilização e Manutenção do Emprego e Renda, com ações para evitar demissões em massa em períodos de crise financeira, como a de 2008/2009 e a atual. Os recursos do FGTS são usados para habitação popular, infraestrutura urbana e saneamento básico.
A ideia é compor o fundo com parte dos recursos depositados no FGTS em casos de demissão sem justa causa. Por lei, a multa nesses casos é 40% sobre o saldo do trabalhador, mas desde 2001, passou a ser de 50%, para aumentar a liquidez do FGTS. O adicional tem data de validade até o fim de 2012, e a partir 2013 a multa voltaria a ser 40%.
O que as centrais propõem é que o adicional de 10% seja mantido e esse dinheiro vá para o novo fundo de socorro às empresas. Pelas contas das centrais, a arrecadação pode chegar a R$ 3 bilhões por ano. Pela proposta, o empresário se comprometeria a não demitir e poderia usar o dinheiro do fundo em casos de redução da jornada de trabalho, de parada total da produção e de liberação dos empregados por tempo determinado.
O objetivo, segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, é evitar situações como a da crise de 2008/2009, em que mais de 220 mil trabalhadores foram demitidos e a ameaça atual de demissões no setor metalúrgico em São José dos Campos. “Nessas crises, geralmente o que acontece é a diminuição dos postos de trabalho, o que acarreta uma paralisia na economia brasileira, que acarreta crises sociais. E aqui no Brasil não temos um instrumento que consiga fazer com que a gente passe por essas crises de maneira mais tranquila”, disse Freitas. Segundo ele, a inspiração para a proposta são experiências alemãs de manutenção do emprego em momento de crises.
A criação do fundo depende da aprovação do Congresso Nacional, o que, na avaliação do presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes, não seria problema, apesar do calendário eleitoral, que reduz o ritmo de votações. “A vantagem é que os trabalhadores têm simpatia por essa proposta, o governo tem e os empresários também, aí a coisa já fica mais fácil. Nós aproveitaríamos esse consenso para aprovar. Quando você tem consenso entre empresariado, governo e movimento sindical, essa votação é muito rápida, se vota de um dia para o outro”.
Segundo as centrais, o governo vai avaliar a proposta e o assunto voltará a ser discutido em nova reunião ainda este mês. Além da CUT e CTB, representantes da Força Sindical, da Nova Central e da União Geral dos Trabalhadores (UGT) participaram do encontro de hoje.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Salário médio de admissão tem aumento real de 5,9% no semestre
Brasilia, 20/07/2012 - Os salários médios de admissão
apresentaram um aumento real (já descontada a inflação medida pelo INPC)
de 5,90% no primeiro semestre do ano, passando de R$ 946,79 em 2011,
para R$ 1.002,64 em 2012, segundo o Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Caged).
Por gênero, o crescimento real do salário médio de admissão obtido pelos homens foi de 5,94%, ante um aumento mais favorável às mulheres, de 6,15%. Com esse resultado, a relação entre os salários reais médios de admissão feminino versus masculino passou de 86,25% em 2011 para 86,42% em 2012.
Em termos geográficos, os dados do Caged apontam elevação generalizada entre as vinte e sete Unidades da Federação. Os estados que apontaram os maiores ganhos reais foram: Acre (+13,48%), Sergipe (+9,92%), Pará (+9,18%), Rio Grande do Norte (+8,92%), Pernambuco (+8,41%), Distrito Federal (+8,32%) e Mato Grosso (+8,19%).
Os dados mostram tendência de crescimento nos salários médios reais de admissão no período de 2003 a 2012, com aumento real de 40,92%, ao passarem de R$ 711,51 para R$ 1.002,64, respectivamente. Esse resultado decorreu do aumento de 44,62% para os homens e 35,73% para as mulheres.
UF - O estado do Acre obteve a maior relação (97,23%), enquanto em Rondônia verificou-se a menor representatividade (80,95%); por outro lado, houve melhora no estado de Rondônia (78,75%), em relação a 2011, quando essa proporção era menor em 2,20 pontos percentuais.
Escolaridade - Por grau de instrução, todos os níveis de escolaridade, segundo o gênero, registraram ganhos reais nos salários médios de admissão, no primeiro semestre de 2012.
Os dados do Caged apontam, no semestre, uma maior representatividade das mulheres nas faixas de escolaridade mais baixas, desde o nível de Analfabeto (92,88%), até o Quinto Ano Completo do Ensino Fundamental (82,89%).
Por outro lado, verificam-se nos níveis de instrução Superior Completa (61,18%) e Superior Incompleta (78,55%), nos quais o número de mulheres é maior que o de homens, as menores representatividades na relação dos salários femininos/masculinos.
Por gênero, o crescimento real do salário médio de admissão obtido pelos homens foi de 5,94%, ante um aumento mais favorável às mulheres, de 6,15%. Com esse resultado, a relação entre os salários reais médios de admissão feminino versus masculino passou de 86,25% em 2011 para 86,42% em 2012.
Em termos geográficos, os dados do Caged apontam elevação generalizada entre as vinte e sete Unidades da Federação. Os estados que apontaram os maiores ganhos reais foram: Acre (+13,48%), Sergipe (+9,92%), Pará (+9,18%), Rio Grande do Norte (+8,92%), Pernambuco (+8,41%), Distrito Federal (+8,32%) e Mato Grosso (+8,19%).
Os dados mostram tendência de crescimento nos salários médios reais de admissão no período de 2003 a 2012, com aumento real de 40,92%, ao passarem de R$ 711,51 para R$ 1.002,64, respectivamente. Esse resultado decorreu do aumento de 44,62% para os homens e 35,73% para as mulheres.
UF - O estado do Acre obteve a maior relação (97,23%), enquanto em Rondônia verificou-se a menor representatividade (80,95%); por outro lado, houve melhora no estado de Rondônia (78,75%), em relação a 2011, quando essa proporção era menor em 2,20 pontos percentuais.
Escolaridade - Por grau de instrução, todos os níveis de escolaridade, segundo o gênero, registraram ganhos reais nos salários médios de admissão, no primeiro semestre de 2012.
Os dados do Caged apontam, no semestre, uma maior representatividade das mulheres nas faixas de escolaridade mais baixas, desde o nível de Analfabeto (92,88%), até o Quinto Ano Completo do Ensino Fundamental (82,89%).
Por outro lado, verificam-se nos níveis de instrução Superior Completa (61,18%) e Superior Incompleta (78,55%), nos quais o número de mulheres é maior que o de homens, as menores representatividades na relação dos salários femininos/masculinos.
Fonte: http://portal.mte.gov.br/
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